É carioca, profissional de Logística, estudante de Administração e absurdamente Flamengo. O pai da Rafaela e marido da Raquel é um apaixonado pela história rubro-negra. Ainda se surpreende com a MAIOR TORCIDA DO UNIVERSO e cada vez no Maracanã é como se fosse a primeira.
"Se o MARACANÃ é mesmo um gigante, seu pulmão tem nome: RAÇA RUBRO NEGRA"
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Corria o ano de 1977, enquanto as rádios tocavam: Amigo (Roberto Carlos), Tonight’s The Night (Rod Stewart) e Flor de Lis (Djavan), os jornais noticiavam as pesquisas da Volkswagem do Brasil com o carro a alcool, o mandato presidencial era ampliado de 05 para 06 anos e Niki Lauda sagrava-se bicampeão mundial de Fórmula 1. Enquanto isso no futebol acontecia um Campeonato Brasileiro com 62 clubes, dividido em 6 grupos. Neste mesmo ano, o FLAMENGO vencia tão somente o Troféu Antonio Valmir Campelo Bezerra, em Brasília (DF) com uma vitória sobre o Gama por 2x1.
Apesar dos excelentes números, neste período, o RUBRO NEGRO não conquistara nada de extraordinário, foram disputados 71 jogos, com 45 vitórias, 18 empates e apenas 08 derrotas. Dentro de campo não havia algo digno de destaque, entretanto nas arquibancadas havia um misto de mistério e suspense. Desde o empate com o Bahia (em Salvador) ocorrido em novembro do ano anterior, o clima na Torcida Flamor estava diferente, alguns de seus membros mais influentes, haviam se desligado da agremiação após um desentendimento, entre eles Cláudio Cruz e seu irmão César Lúcio. Em um período aproximado de 06 meses após o afastamento de ambos, uma onda de propaganda que envolvia desde cartazes espalhados pelo Maracanã até anúncio em rádio e pequenas notas nos jornais da época, anunciavam que estava prestes a surgir O MAIOR MOVIMENTO DE TORCIDAS DO BRASIL.
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